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Mediunidade e Transição Planetária


"O fim da existência humana é sempre uma tormenta como esta, nas regiões desconhecidas do mundo interior, porque nunca estamos apercebidos para ouvir as advertências divinas e procuramos a tempestade angustiosa e destruidora, pelo roteiro de nossa própria autoria"[1].

A mediunidade já foi atributo raro, de efeitos externos e materiais, totalmente inconsciente. Gradativamente, conforme a lenta evolução da humanidade, ela foi se tornando mais consciente, cada vez mais dependente da colaboração consciente do médium.

Nas últimas décadas tem havido notável decréscimo da mediunidade automática e inconsciente. O médium tem funcionado cada vez mais como um filtro, co-operando com a individualidade comunicante na seleção dos termos utilizados, contendo gestos, e quaisquer manifestações improducentes e ofensivas.

Nos últimos anos, a mediunidade tem sido cada vez mais intuitiva, como anunciado. O sentido é, sempre, de aumentar a autonomia e, ao mesmo tempo, a parceria, o que acontece quanto mais sensível se mostra o médium que sabe que todos os seus gestos serão sempre uma cooperação, mesmo que inconsciente.

A transição do planeta tem um paralelo importante nas mudanças, nas reformas interiores das criaturas, entre as quais a sensibilidade espiritual, mediúnica. Diante da certeza da intensificação das parcerias entre os dois mundos, cabe-nos vigiar nossos pensamentos, e orar para estabelecer a sintonia necessária a uma boa atuação, às boas decisões em nossas vidas.


Textos transcritos do Grupo Transição Planetária criado por Maurício de Araújo Zomignani, na Rede Amigo Espirita.


[1] Paulo de Tarso, no Livro "Paulo e Estêvão.